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Vantagens da internacionalização são expostas no Web Summit Review

Evento compartilhou informações da Web Summit, conferência internacional focada em inovação tecnológica, realizada em Portugal, em novembro
Por Carla Fonseca
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Com o objetivo de expor tudo o que aconteceu na Web Summit, conferência internacional focada em inovação tecnológica, realizada em Portugal, em novembro, que o Sebrae levou 10 empresários aconteceu, na manhã desta terça-feira (13), a Web Summit Review. Fruto de uma parceria entre o Sebrae e a uGlobally, o evento também mostrou as vantagens da internacionalização dos negócios.

“O especialista em empreendedorismo europeu vai trazer todas as novidades que vimos na Web Summit. Neste evento estamos promovendo uma inversão de lógica. Invés de trazer o empresário para o investidor. O investidor é quem vem à Bahia para fazer o pitch – apresentação – de porque temos que internacionalizar e qual a lógica disso”, disse o coordenador de Mercado e Internacionalização do Sebrae, Leonardo Teles.

Para conversar com os empresários participantes do evento, que aconteceu de forma híbrida, no Canal do YouTube do Sebrae e na Casa do Comércio, o representante da uGlobally, Rodrigo Olmedo, expôs as vantagens de investir na internacionalização, a partir do conhecimento adquirido em sua trajetória e também na participação da Web Summit.

Os resultados da conferência evidenciam a qualidade das informações oferecidas. “Foram 42 mil participantes de 128 países e aconteceram muitas conexões bacanas, troca de conhecimento e compartilhamento de tendências. Na Web Summit falamos e ouvimos sobre tecnologia, inovação, tendência de mercado e para aonde nosso mundo está indo, em relação a esses assuntos”, disse.

Em sua apresentação, Rodrigo deu exemplo de empresas que, a partir da internacionalização, cresceram e melhoraram processos aqui no Brasil. Pensar em conquistar o mercado nacional primeiro e só depois internacionalizar é a principal crença limitante do empresário, segundo o palestrante. “A internacionalização não é mais uma opção, é uma questão de sobrevivência”, afirmou.

Com base em pesquisa, Rodrigo mostrou que as startups que começam a vender para mercados globais tendem a crescer duas vezes mais rápido do que aquelas que focam no mercado nacional “É um dado que anima bastante a gente a olhar para fora. Quando estamos competindo com empresas de um mercado mais avançado a gente se força a ser melhor em processos, tecnologia e funcionalidades. Isso faz com que o crescimento da nossa empresa seja acelerado”, explicou.

O empresário Marcus Vinicius, da Consist, participou da missão internacional promovida pelo Sebrae e destacou os resultados desta iniciativa. “Fizemos uma série de contatos decorrentes da Web Summit e muitos têm avançado. Foi positivo ter ido e, certamente, repetirei a experiência no próximo ano”, planeja.

Rutger de Graaf, da Netherlands, na Holanda, Cíntia Soares Mano, da Core Angels, em Portugal, Raphael Fassani, da Estônia HLI, na Estônia, e Krzysztof Kanawka, da space3ac, na Polônia, falaram sobre as principais oportunidades de expansão para brasileiros em seus países.

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